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E-commerce de moda: o guia completo

Quando as primeiras lojas virtuais começaram a existir, havia muito receio por parte dos consumidores. Comprar pela internet era algo novo e considerado arriscado. Comprar roupas então, era uma coisa impensável para a maioria das pessoas, afinal, não havia o contato físico com a peça, nem a possibilidade de experimentar.

A medida que os consumidores começaram a perceber as vantagens de comprar pela internet, os e-commerces de moda começaram a ficar mais fortes. Hoje em dia, há quem compre apenas pela a internet, seja por uma questão de otimizar o tempo, de poder comparar preços mais facilmente ou por morar no interior e não ter acesso a nas lojas físicas de sua cidade a tudo que deseja.

e-commerce de moda

Ainda vale a pena montar um e-commerce de moda?

 

Hoje em dia, existem tantas lojas na internet que muitas pessoas acreditam que não vale mais a pena montar um e-commerce de moda e que o momento de investir já passou. Este não é um pensamento válido, afinal, a concorrência pode ser um fator positivo para o negócio, forçando o empreendedor a destacar-se mais. Não é coincidência o fato de lojas referência em outros segmentos estarem acrescentando o departamento de moda. Esta é área muito lucrativa e prazerosa de se trabalhar.

Além disso, existem muitas lacunas que ainda estão abertas no segmento de e-commerce de moda. Por mais que existam muitas lojas de vestuário e acessórios, uma dica é apostar no segmento de nicho, que ainda está pouco explorado no cenário brasileiro. Pense em grupos que possuem demanda de mercado, mas que não encontram lojas especializadas em atendê-los, como por exemplo, vestuário plus size masculino, roupas produzidas de forma sustentável, roupas veganas (sim, isso existe!) e por aí vai. Lembre-se que existem oportunidades escondidas em todos os locais.

Quanto custa um e-commerce de moda

Não dá para dizer um valor exato, ainda mais sem saber como será o segmento e forma de distribuição. De qualquer forma, existem orçamentos para os mais diversos tipos de projetos. Um erro que alguns gestores cometem é o de acreditar que, por ser algo virtual, não terão muitos custos com o e-commerce de moda que planejam montar. Os custos existem e devem ser calculados, mas serão diferentes de uma loja no ambiente físico. Ao invés de calcular o valor do aluguel, o site precisará de uma hospedagem, por exemplo.

Na hora de acertar os detalhes da sua plataforma de e-commerce, lembre-se que a escolha não deve ser feita de acordo com o preço de cada uma delas, mas sim, de acordo com as suas funcionalidades.

Para dividir os custos, uma dica que damos, é para que o empreendedor separe uma parte (cerca de 60%) dos custos fixos para as ações de marketing digital. Blog, SEO, links patrocinados, entre outras ações, têm um custo importante e costumam gerar bons resultados, por isso, não podem ser ignorados em hipótese alguma.

Caso nenhum dos envolvidos no processo tenham conhecimento sólido para gerir o e-commerce, os custos de treinamento também devem estar calculados. Dentre esses custos podemos citar, consultorias e cursos.

É importante lembrar que os produtos revendidos através da internet também estão sujeitos à tributação do ICMS – Imposto Sobre Circulação de Mercadorias – ou seja, outro custo a ser calculado.

Finalmente, a hora de criar:

Para criar um e-commerce de moda os primeiros passos são bem parecidos com o de e-commerce e-commerce tradicional: planejamento, distribuição de verba, contratação de mão-de-obra terceirizada, definição de conceito, organização do estoque, fechar fornecedores, etc.

As principais particularidades estão na página de produtos. É o momento em que a empresa tem a chance de mostrar o seu posicionamento e destacar o que deseja vender. Mostre todos os detalhes do tecido. Se possível, invista em fotografias profissionais com modelos fotográficas. Investir em produção é garantia de uma melhor apresentação do seu produto.

Como fazer o marketing para um ecommerce de moda?

Como foi citado no começo do artigo, blog, SEO e links patrocinados são mais do que essenciais. Em uma estratégia de marketing integrada, cada uma das ações possui um objetivo definido, não existindo um canal melhor do que o outro para todos os casos, mas sim, ações complementares.

Links patrocinados são importantíssimos para que a empresa, literalmente, apareça no Google e no Facebook, já que no começo, ela não possui uma base de fãs/seguidores para acompanhar as suas novidades, muito menos conteúdo para impulsionar a busca orgânica. Em paralelo, deve ser desenvolvido o blog, oferecendo conteúdo de qualidade para o leitor.

e-commerce de moda loja de roupasAs redes sociais transmitem confiança e atuam como SAC 2.0 da loja, sendo um canal importantíssimo para resolver eventuais problemas e também para receber feedbacks. Além disso, o perfil no Facebook e no Instagram servem também como uma segunda vitrine, onde os produtos possuem a chance de atingir um público maior do que o que já estaria navegando na sua loja. Ter uma conta no Reclame Aqui, principal rede de reclamação ativa no Brasil, também é fundamental.

Por mais que as redes sociais sejam importantes, é essencial saber o momento de profissionalizar o negócio. Muitos vendedores atuam de maneira informal através do Facebook e do Instagram e acreditam que já fazem o suficiente. Por mais que o retorno esteja positivo, profissionalizar a empresa é sempre uma boa escolha. A rede social deve ser uma plataforma de comunicação complementar e não a principal.

Sobre o mercado de compras na internet

Segundo dados divulgados pelo Webshoppers, relatório produzio pelo E-bit, o tíquete médio de compras realizadas na internet cresceu 12% em 2015 em relação ao ano anterior. Neste mesmo período, a categoria “Moda e Acessórios” continuou como líder em volume total de compras, correspondendo a 14% do total. O total de pedidos faturados via e-commerce em 2015 atingiu a marca de R$106 milhões! Resumindo, se ainda existia algum receio para profissionalizar seu e-commerce de moda, é hora de repensar suas escolhas.

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